Foi pensando na vida e no caminho pessoal de cada um que eu cheguei a algumas idéias e conclusões sobre a subjetividade humana:
• O ser humano perde o tato das pernas, treme compulsivamente, sente dor superior a chagas da Idade Média em saber que ele é um sujeito sozinho, no mundo, no espaço e nas suas próprias idéias.
[medo da solidão é causa morte!]
• A vida de um ser humano está implicitamente pautada em criar, fortalecer e dar suporte as suas relações afetivas. Primeiro com os familiares, amigos e depois na busca do casamento ideal, filhos etc. Essa premissa é uma das maiores hipocrisias que ressalta ainda mais o medo e o pavor que o ser humano sente de estar sozinho e sem direção no universo.
[animais não são monógamos, e não sentem medo da morte]
• Suas alegrias fazem sentindo apenas para você! Por mais que alguém se alegre por elas. Saiba que isto nunca deixará de um pretexto de se (re)conectar a você, da mesma forma que você faz automaticamente com a alegria alheia.
[é mais fácil alguém querer se contagiar com a sua alegria, do que com o seu sofrimento]
• Teu suspiro de gozo, ou de dor, jamais poderá ser compartilhado. Exatamente para isto que as palavras entram em ação. Você pode escrever sobre os seus prazeres, mas o máximo que você conseguirá emitir são simulações afetivas em reprodução.
[filmes pornográficos são feitos para simularem o prazer do telespectador, reforço SIMULAR!]
• As artes não servem para nada! Exatamente nada! Toda manifestação artística é uma tentativa obsoleta do ser humano esquecer da grande angústia que o cerca nessa imensidão de vida.
[os atores sabem muito bem disso!]
• O primeiro homem que afirmou que Deus não existe foi morto! Não foi exatamente por blasfêmia ou desrespeito, mas sim por ter ameaçado apagar o antídoto de uma angústia de uma sociedade totêmica.
[alguém se arrisca a dizer isso ao Talebã?]
• A mitologia ou a bíblia, qual será a fonte mais criativa?
[Ficaram por último: Spielberg e Rowling!]
• Imaginar uma pós-vida, não deixa de ser um mecanismo tipicamente humano, em negar e renegar acentuadamente o pavor de ver sua imagem se quebrar em mil pedacinhos.
[espíritas, essa é para vocês!]
domingo, 26 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Minhas bobagens 1
Como um geminiano pode ser dono de tantas bobagens? Se apegar a cada uma delas como verdade plena e superior, a ponto de colocá-las como um requisito de segurança, para assuntos afetivos?
Não é de hoje que eu caso espanto e admiração, na forma como lido com os meus assuntos afetivos. Todos dizem que gostariam de ser exatamente como eu sou. Hum..e porque será? De uma forma geral o feedback que tenho ouvido é que além da minha praticidade em lidar com os relacionamentos, eu consigo atrair pessoas bacanas e super antenadas. Mas até que ponto isto é verdade?
Acho que parte disto deve-se realmente ao viver, ao experimentar e principalmente arriscar. Eu já fiz papel de idiota, por gostar de alguém. O lado bom disso é que eu vivenciei para saber exatamente aquilo que eu não queria, e o lado melhor é que esse dispare não foi amor! (mil gargalhadas)
Pode parecer frio da minha parte algumas vezes, mas acredito que o meu principio seja exatamente oposto do que se imagina. Quando estou numa relação, realmente estou! E quando saio dela, eu realmente cai fora. Sem o menor problema, rancor e remorso.
Eu não costumo ter segredos e nem táticas para isto, pois apenas vivo muito bem o momento com maior freqüência e intensidade. Sabe por quê?
Para que quando este momento passar (e sempre passa!), eu não sinta mais falta do gosto que eu conheço muito bem.
Simples, prático e conceitual.
Não é de hoje que eu caso espanto e admiração, na forma como lido com os meus assuntos afetivos. Todos dizem que gostariam de ser exatamente como eu sou. Hum..e porque será? De uma forma geral o feedback que tenho ouvido é que além da minha praticidade em lidar com os relacionamentos, eu consigo atrair pessoas bacanas e super antenadas. Mas até que ponto isto é verdade?
Acho que parte disto deve-se realmente ao viver, ao experimentar e principalmente arriscar. Eu já fiz papel de idiota, por gostar de alguém. O lado bom disso é que eu vivenciei para saber exatamente aquilo que eu não queria, e o lado melhor é que esse dispare não foi amor! (mil gargalhadas)
Pode parecer frio da minha parte algumas vezes, mas acredito que o meu principio seja exatamente oposto do que se imagina. Quando estou numa relação, realmente estou! E quando saio dela, eu realmente cai fora. Sem o menor problema, rancor e remorso.
Eu não costumo ter segredos e nem táticas para isto, pois apenas vivo muito bem o momento com maior freqüência e intensidade. Sabe por quê?
Para que quando este momento passar (e sempre passa!), eu não sinta mais falta do gosto que eu conheço muito bem.
Simples, prático e conceitual.
domingo, 19 de julho de 2009
Amigos?
Não é de hoje que eu venho sendo muito intolerante com algumas questões que envolvam amizade e respectivamente o pacto de fidelidade, nas relações. Sempre fui da opinião que eu sou acima de tudo melhor amigo que amante! Ou seja, minha amizade é algo muito mais preciso, exatamente por estabelecer uma condição de pacto próprio.
Nestes últimos tempos percebi uma falha muito séria, no meu ponto de vista, que tem me intrigado gradativamente. Meus amigos não me ouvem! Eu me tornei uma espécie de muro de lamentações, onde todos correm quando precisam, falam, choram, desabafam, e pedem conselho, companhia, abraços.... mas basta eu dizer um “a” sobre a minha vida, que automaticamente eles saem correndo....
Assim como Édipo fura seus olhos, para não lidar com a verdade. Meus amigos não tratam com profundidade aquilo que pertence ao meu discurso. Penso, será que me tornei chistoso demais? Supérfluo? Ou Insignificante? Sei que grande parte, considera minha vida perfeita! Tenho recebido feedbacks ao estilo “nossa, você não tem com o que se preocupar!”, “você sempre consegue o que quer”, “nunca está solteiro !”, e pior “nunca se decepciona em relações afetivas”. Pode até ser que haja meias verdades em tudo isso. Mas o que não é de praxe necessariamente, será que eu me tornei tão prolixo, a ponto de desviar a atenção apenas para a minha imagem?
Às vezes, sinto que me tornei bidimensional, porque parece que não sou visto em 3D, e me chateia um pouco. Uma grande pessoa que fazia parte da minha vida, me excomungou. Pois é! Eu a perdi para a religião, e como não se bastasse tive total impedimento de falar, a ponto de ser considerado um tremendo pecador! (?) Pode parecer engraçado, mas isso foi uma baita decepção. Tivemos memórias, histórias, viagens, tudo aquilo que faz parte até da minha história de vida, e de repente, sem mais e nem menos precisei jogar todas as lembranças descarga a baixo... (de que adianta dizer que me ama!?)
Amigas se divorciam, e correm a me chamar! Pedem até que eu assuma seus casamentos fracassados. E eu me pergunto desde quando eu me tornei durepox? (não penso em casar, todos sabem! Porque eu deveria assumir o erro alheio?)
Quantas vezes emprestei minha carapuça para esconder, proteger e tampar grandes gaps? Ou seja, a minha premissa de vida é realmente otimista, mas não supérflua!
Alguns devem perceber que eu me afastei. Foi uma forma proposital que eu encontrei para não servir apenas como muro de lamentações. Penso que se me consideram tão explicito, desencanado, descompromissado com a vida. Quais bons exemplos eu poderei dar?
Acho que tudo isto faz parte do preço ao qual eu pago ser alguém tão livre de preconceitos, conseguir direcionar minhas idéias, realizar os meus desejos e dizer exatamente o que preciso dizer (sem me preocupar com julgamentos). Estar resolvido com as coisas que tangem o universo (principalmente o meu em particular) dis(a)traí muita a percepção alheia.
Nestes últimos tempos percebi uma falha muito séria, no meu ponto de vista, que tem me intrigado gradativamente. Meus amigos não me ouvem! Eu me tornei uma espécie de muro de lamentações, onde todos correm quando precisam, falam, choram, desabafam, e pedem conselho, companhia, abraços.... mas basta eu dizer um “a” sobre a minha vida, que automaticamente eles saem correndo....
Assim como Édipo fura seus olhos, para não lidar com a verdade. Meus amigos não tratam com profundidade aquilo que pertence ao meu discurso. Penso, será que me tornei chistoso demais? Supérfluo? Ou Insignificante? Sei que grande parte, considera minha vida perfeita! Tenho recebido feedbacks ao estilo “nossa, você não tem com o que se preocupar!”, “você sempre consegue o que quer”, “nunca está solteiro !”, e pior “nunca se decepciona em relações afetivas”. Pode até ser que haja meias verdades em tudo isso. Mas o que não é de praxe necessariamente, será que eu me tornei tão prolixo, a ponto de desviar a atenção apenas para a minha imagem?
Às vezes, sinto que me tornei bidimensional, porque parece que não sou visto em 3D, e me chateia um pouco. Uma grande pessoa que fazia parte da minha vida, me excomungou. Pois é! Eu a perdi para a religião, e como não se bastasse tive total impedimento de falar, a ponto de ser considerado um tremendo pecador! (?) Pode parecer engraçado, mas isso foi uma baita decepção. Tivemos memórias, histórias, viagens, tudo aquilo que faz parte até da minha história de vida, e de repente, sem mais e nem menos precisei jogar todas as lembranças descarga a baixo... (de que adianta dizer que me ama!?)
Amigas se divorciam, e correm a me chamar! Pedem até que eu assuma seus casamentos fracassados. E eu me pergunto desde quando eu me tornei durepox? (não penso em casar, todos sabem! Porque eu deveria assumir o erro alheio?)
Quantas vezes emprestei minha carapuça para esconder, proteger e tampar grandes gaps? Ou seja, a minha premissa de vida é realmente otimista, mas não supérflua!
Alguns devem perceber que eu me afastei. Foi uma forma proposital que eu encontrei para não servir apenas como muro de lamentações. Penso que se me consideram tão explicito, desencanado, descompromissado com a vida. Quais bons exemplos eu poderei dar?
Acho que tudo isto faz parte do preço ao qual eu pago ser alguém tão livre de preconceitos, conseguir direcionar minhas idéias, realizar os meus desejos e dizer exatamente o que preciso dizer (sem me preocupar com julgamentos). Estar resolvido com as coisas que tangem o universo (principalmente o meu em particular) dis(a)traí muita a percepção alheia.
Elephants on Acid
Mais uma noite no clube.
Finalmente a fumaça foi abolida das noites de Sampa.
Agora é a vez dos lasers que sopram as retinas dopadas!
Todas as técnicas da ilusão são fazem parte do check in.
E mais um embalo de suor e perfume atravessa a noite inteira.
A sensação maravilhosa de estar em plena forma.
Na plena convicção, de que um ou dois passos em falso, você pode acabar encrencado.
Desta noite não foi diferente.
O grande e maravilhoso embalo à la myself:
Music, playlist, hard drinks!
Peito, sorrisos e movimentos bruscos.
Não recomendo meu beijo nos próximos minutos.
Nem o açúcar do Tridente é capaz de cortar o gosto.
Não saberia explicar sobre o efeito anestésico.
Desta vez sinto o frio cortar.
A madrugada atravessa inverno de 9º C
Agite! ou congele. (hã?)
Ooops, desta vez algo saiu errado, sinto minhas pernas perderam o controle.
Ando segurando quem está na pista.
Ainda bem que tudo está lotado,
Ao sair correndo para o lavabo,
Mãos e dedos, puxam abaixo em busca de acesso.
Não, eu preciso correr!
Deixem-me em paz!
Sinto a gravidade buscando meu abraço.
Uhhhh, não irei!
Eu quero uma ducha bem quente!
Valeria a pena arriscar a direção?
Estou sem tato de freio.
Plano B?
Atirar-me em busca de alguém que me guie.
Não valeria a pena arriscar.
Aqui é uma selva disfarçada de céu.
Eu sou forte! Arrogante! Corajoso!
Mesmo sozinho, sou capaz de me virar.
Algumas horas após...
...não fui capaz de guardar o carro na garagem.
(quem se importa?)
Mas de garantir minha segurança!
E de me purificar nas águas quentes do meu banheiro.
Finalmente a fumaça foi abolida das noites de Sampa.
Agora é a vez dos lasers que sopram as retinas dopadas!
Todas as técnicas da ilusão são fazem parte do check in.
E mais um embalo de suor e perfume atravessa a noite inteira.
A sensação maravilhosa de estar em plena forma.
Na plena convicção, de que um ou dois passos em falso, você pode acabar encrencado.
Desta noite não foi diferente.
O grande e maravilhoso embalo à la myself:
Music, playlist, hard drinks!
Peito, sorrisos e movimentos bruscos.
Não recomendo meu beijo nos próximos minutos.
Nem o açúcar do Tridente é capaz de cortar o gosto.
Não saberia explicar sobre o efeito anestésico.
Desta vez sinto o frio cortar.
A madrugada atravessa inverno de 9º C
Agite! ou congele. (hã?)
Ooops, desta vez algo saiu errado, sinto minhas pernas perderam o controle.
Ando segurando quem está na pista.
Ainda bem que tudo está lotado,
Ao sair correndo para o lavabo,
Mãos e dedos, puxam abaixo em busca de acesso.
Não, eu preciso correr!
Deixem-me em paz!
Sinto a gravidade buscando meu abraço.
Uhhhh, não irei!
Eu quero uma ducha bem quente!
Valeria a pena arriscar a direção?
Estou sem tato de freio.
Plano B?
Atirar-me em busca de alguém que me guie.
Não valeria a pena arriscar.
Aqui é uma selva disfarçada de céu.
Eu sou forte! Arrogante! Corajoso!
Mesmo sozinho, sou capaz de me virar.
Algumas horas após...
...não fui capaz de guardar o carro na garagem.
(quem se importa?)
Mas de garantir minha segurança!
E de me purificar nas águas quentes do meu banheiro.
domingo, 12 de julho de 2009
Eterno Doutor Frankenstein
Se minha vida é um laboratório, dela irei ex-pe/ri-(men)tar!
Tudo parece tão divertido a primeira vista!
Tudo é contagiante e com muita energia.
Cores, luzes, lasers!
Som!
Versos e palavras reproduzidos por amplificadores.
O verdadeiro paraíso, num desfile de odores e sabores.
Pode se esfregar! É sério! Eu não me importo.
Há três cientistas que vêem através dos meus olhos.
Quando você encosta sua bunda sobre minhas cochas; eles riem compulsivamente.
Não é seu rebolado, e nem seus lábios que irá mexer com o meu ímpeto.
Seu olhar é engraçado, mas não cativante.
Não, não sirvo para ser o convidado de amantes.
Ando acostumado com tudo isso.
Alguns anos na noite faz toda diferença.
Eu me pareço mais novo, é porque realmente eu sou!
Exercito muito, os meus neuros!
E em conseqüência rejuvenesço constantemente.
No momento que você me avistou, eu já estou sendo beijado.
Talvez realmente você não consiga ver.
Pablo Picasso entenderia a perspectiva.
Não irei desistir deste beijo, exceto que você...
Não é tão simples assim.
A questão não é o beijo.
E sim aura!
Não consigo ver a sua!
Tudo parece tão divertido a primeira vista!
Tudo é contagiante e com muita energia.
Cores, luzes, lasers!
Som!
Versos e palavras reproduzidos por amplificadores.
O verdadeiro paraíso, num desfile de odores e sabores.
Pode se esfregar! É sério! Eu não me importo.
Há três cientistas que vêem através dos meus olhos.
Quando você encosta sua bunda sobre minhas cochas; eles riem compulsivamente.
Não é seu rebolado, e nem seus lábios que irá mexer com o meu ímpeto.
Seu olhar é engraçado, mas não cativante.
Não, não sirvo para ser o convidado de amantes.
Ando acostumado com tudo isso.
Alguns anos na noite faz toda diferença.
Eu me pareço mais novo, é porque realmente eu sou!
Exercito muito, os meus neuros!
E em conseqüência rejuvenesço constantemente.
No momento que você me avistou, eu já estou sendo beijado.
Talvez realmente você não consiga ver.
Pablo Picasso entenderia a perspectiva.
Não irei desistir deste beijo, exceto que você...
Não é tão simples assim.
A questão não é o beijo.
E sim aura!
Não consigo ver a sua!
Verdades e Falsas Ilusões
É verdade que temos nos colocado em diversas situações de perigo. É verdade também que desafiamos algumas regras de conduta, pela pura diversão. São tantas as verdades, que eu terminaria o meu dia relatando, escrevendo e conjugando.
Mas no meio de tudo há falsas ilusões, ao qual você precisa saber.Achei que as minhas fantasias, estivessem claras para você? Mas pelo visto, você acreditou que eram fatos. Talvez seja por isto que venho sendo culpado pelas responsabilidades, principalmente aquelas que não me são de direito, e isto tem me incomodado pelo grau e pela freqüência.
Durante algumas semanas venho acompanhando os seus sucessivos descompassos, mas em nenhum momento te coloquei sobre brasas. Talvez você quisesse o meu julgamento, a minha bronca. Não! Não me sinto responsável pelas suas escolhas, visto que após nunca falamos a respeito, acho que isto é um pacto de amizade. E também não quero me envolver nas suas escolhas.
Nesse tempo eu não me apaixonei pela pessoa errada! Lamento pelas suas escolhas e pela forma como sua carência o conduz. Temos experimentado a origem daquilo que é o real, da atualidade. É claro que existem motivos suficientes para cairmos na descrença e no total pessimismo. Mas meu amigo, dentro de mim, há algo muito maior que está imune à tristeza e ao desanimo do mundo. Sei exatamente as dimensões que a sensação do vazio causa no peito, e na vida de uma pessoa, mas lhe digo minha vida nunca foi tão completa! Tenho tantos projetos em andamento que não sobre nem espaço para ecos!
Desculpe-me, mas não quero fazer parte dos seus descontentamentos, se você quiser um amigo para conversar, prometo que serei totalmente neutro, imparcial, se você quiser metáforas paternas, posso fazê-las perfeitamente. Mas não vou aceitar que você duplique seu descontentamento e nem suas frustrações, como se elas fossem minhas. Porque elas não são!
Bem, eu jurava que você sabia, mas vamos lá! quanto à origem da minha olheira, bem na verdade não passa de um borrão de mascara. Muito mais que um adorno é um estilo, e que infelizmente anda convencendo a pessoa errada.
Mas no meio de tudo há falsas ilusões, ao qual você precisa saber.Achei que as minhas fantasias, estivessem claras para você? Mas pelo visto, você acreditou que eram fatos. Talvez seja por isto que venho sendo culpado pelas responsabilidades, principalmente aquelas que não me são de direito, e isto tem me incomodado pelo grau e pela freqüência.
Durante algumas semanas venho acompanhando os seus sucessivos descompassos, mas em nenhum momento te coloquei sobre brasas. Talvez você quisesse o meu julgamento, a minha bronca. Não! Não me sinto responsável pelas suas escolhas, visto que após nunca falamos a respeito, acho que isto é um pacto de amizade. E também não quero me envolver nas suas escolhas.
Nesse tempo eu não me apaixonei pela pessoa errada! Lamento pelas suas escolhas e pela forma como sua carência o conduz. Temos experimentado a origem daquilo que é o real, da atualidade. É claro que existem motivos suficientes para cairmos na descrença e no total pessimismo. Mas meu amigo, dentro de mim, há algo muito maior que está imune à tristeza e ao desanimo do mundo. Sei exatamente as dimensões que a sensação do vazio causa no peito, e na vida de uma pessoa, mas lhe digo minha vida nunca foi tão completa! Tenho tantos projetos em andamento que não sobre nem espaço para ecos!
Desculpe-me, mas não quero fazer parte dos seus descontentamentos, se você quiser um amigo para conversar, prometo que serei totalmente neutro, imparcial, se você quiser metáforas paternas, posso fazê-las perfeitamente. Mas não vou aceitar que você duplique seu descontentamento e nem suas frustrações, como se elas fossem minhas. Porque elas não são!
Bem, eu jurava que você sabia, mas vamos lá! quanto à origem da minha olheira, bem na verdade não passa de um borrão de mascara. Muito mais que um adorno é um estilo, e que infelizmente anda convencendo a pessoa errada.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Subterfúgio de Amigos
Num dia você é um célebre parceiro de buraco.
Regado a mimos e estimo.
De repente sua face se torna manchada e suja
Todos se viram às costas num silêncio ensurdecedor.
Antes eu era o responsável pelo seu sorriso.
Mas o que ninguém sabe,
É que eu não sou responsável por suas lágrimas!
Minha imagem mais forte,
Àquela da João Ramalho, se quebrou em pedacinhos.
Era algo tão especial e sublime.
Agora sarjetas são sarjetas.
Enquanto você se arrependia,
Eu escolhi qual cor tomar.
Para segurar minha travessia.
Tornei-me meu próprio senhor!
Hoje vejo o quanto minha intuição estava certa.
Sobre seu subterfúgio de amigos!
O que eles vêm,
Exatamente nada!
Daquilo que eu não queira.
Há milhas deixei a moral.
No mesmo pacote que os bons costumes.
Já faz tempo que me redimi com o tempo.
E o que ele mal sabe, é o quanto me tornei trapaceiro.
O quanto eu o usufruo.
Exatamente para não sentir falta daquilo que já foi.
Não tiraria nenhuma vírgula.
Mas também não terminaria sem um ponto.
Regado a mimos e estimo.
De repente sua face se torna manchada e suja
Todos se viram às costas num silêncio ensurdecedor.
Antes eu era o responsável pelo seu sorriso.
Mas o que ninguém sabe,
É que eu não sou responsável por suas lágrimas!
Minha imagem mais forte,
Àquela da João Ramalho, se quebrou em pedacinhos.
Era algo tão especial e sublime.
Agora sarjetas são sarjetas.
Enquanto você se arrependia,
Eu escolhi qual cor tomar.
Para segurar minha travessia.
Tornei-me meu próprio senhor!
Hoje vejo o quanto minha intuição estava certa.
Sobre seu subterfúgio de amigos!
O que eles vêm,
Exatamente nada!
Daquilo que eu não queira.
Há milhas deixei a moral.
No mesmo pacote que os bons costumes.
Já faz tempo que me redimi com o tempo.
E o que ele mal sabe, é o quanto me tornei trapaceiro.
O quanto eu o usufruo.
Exatamente para não sentir falta daquilo que já foi.
Não tiraria nenhuma vírgula.
Mas também não terminaria sem um ponto.
domingo, 5 de julho de 2009
Como autodestruir a sua imagem
1. Exagere no estilo
2. Carregue maço de cigarro e fume a todo instante
3. Jogue olhares a todos os lados
4. Dance como se você estivesse entorpecido
5. Use óculos escuros para criar a idéia de “travelling’
6. Fale pouco, mas ao falar diga que está à procura de “diversão”
7. Seja apático: não pergunte nomes, números e não demonstre qualquer interesse pessoal.
8. Use sua pegada! Afinal essa forma é a melhor aliada seu estilo de ser.
9. Se na pista você tiver várias investidas, celebre todas pelo seu mérito...
10. Mas não dê bola para ninguém no final
(*) Se mesmo assim alguém investir verdadeiramente em você, putz! Aí é sinal de que você conseguiu vencer o obstáculo poker face!
2. Carregue maço de cigarro e fume a todo instante
3. Jogue olhares a todos os lados
4. Dance como se você estivesse entorpecido
5. Use óculos escuros para criar a idéia de “travelling’
6. Fale pouco, mas ao falar diga que está à procura de “diversão”
7. Seja apático: não pergunte nomes, números e não demonstre qualquer interesse pessoal.
8. Use sua pegada! Afinal essa forma é a melhor aliada seu estilo de ser.
9. Se na pista você tiver várias investidas, celebre todas pelo seu mérito...
10. Mas não dê bola para ninguém no final
(*) Se mesmo assim alguém investir verdadeiramente em você, putz! Aí é sinal de que você conseguiu vencer o obstáculo poker face!
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