Ainda há muito que dizer.
Não se trata de reações mórbidas de um ser.
Nem de um teatro de ilusões,
marionetes, fakes eletrônicos.
A força que detém a vida,
segue seu rumo,
ao inacabado,
inexplorado
e ao caos.
Nem tudo parece o que aparenta ser.
Laços afetivos são feitos e rompidos,
E nos servem apenas de iscas,
Para suportar o insuportável.
Ao acordar: o vazio.
Sonhos e memórias.
São apenas escudos,
para lidar com o buraco do real.
O massacre da dúvida,
que se sobrepõe na ilusão da escolha.
Ninguém está livre...
Pobre daquele que canta,
que encanta!
Quem será capaz de entretê-los?
Eles são perseguidos por uma fúria descompassada ,
De um sórdido fantasma,
Ao meio dia,
A meia noite.
De sorriso sarcástico,
sombrio e o sinistro.
Apontando sobre o véu.
Uma porta, para o fim.
