Por mais que você leia e estude a respeito da conduta humana é imprescindível que você tenha outras formas de coleta de material do próprio convívio humano, como na experiência prática.
A princípio fiquei bastante desconfortável em pensar em regras, programações, cardápio, convívio coletivo, etc. Pois eu me adaptei a controlar os meus anseios e atender minhas demandas da minha forma, do meu jeito. Criei uma espécie de pára-choque para segurar qualquer tipo de abalroamento.
Se autoliderar é algo que precisa de muito treino, paciência e maturação. E quando eu achei que já estivesse PHD, vi que existem outras circunstâncias ao qual é preciso também saber ser liderado, o que nada mais é que aprender a não contestar, pois isto faz parte.
Os últimos dias produziram uma riqueza enorme de materiais latentes que mereceram ser pensados e refletidos com respeito, objetividade e auto-reflexão. Não me refiro a uma circunstância fenomenal de aprendizado, mas sim de alguns retoques que podem fazer alguma diferença. Penso alto: quem não gostaria de ser uma pessoa melhor?
O convívio coletivo nos oferece a oportunidade de poder pensar na condição humana e nas suas respectivas interações que tange os planos: financeiro, social, religioso, moral, sexual, cultural e claro experimental.
Uma das coisas mais importantes que eu gostaria de registrar é que eu não tenho vocação nenhuma para ser professor ou expert em relações, como já sopraram ao meu ouvido. Desta vez acredito ter sido apenas um ouvinte, expectador e apreciador.
Meu líder saiu de férias! Agora preciso de dias para deixar um pouco do analista...
