“Pretty woman, walking down the street, pretty woman, the kind I like to meet”, era um encontro semi às escuras, o rosto eu sabia exatamente como era, mas as roupas? Me batia um profundo fetiche que logo percebi que iria curtir muito mais do que em minhas fantasias imaginárias.
Eu estava solteiro, na capital estava meio frio, após vários telefonemas e troca de mensagens decidi incorporar Richard Gere, e ir de encontro com a minha linda mulher. Sem perguntas e nem respostas, apenas vontades e decisões.
O cenário foi perfeito, não poderia haver localidade melhor que um cruzamento com a picante Amaral Gurgel. Eu estava eufórico, excitado e muito vibrante, parecia ter tomando alguma droga, mas era puro clímax do momento. Imaginei a quem eu estaria abordando, com quais cores, roupas e tecidos.
De longe avistei uma figura mais que bonita, com cabelos chanel escuro e uma boina. A princípio parecia muito uma garota do Brooklin à la J-Lo, mas logo pelo vestido toda minha euforia fez largo e extremo jus, um vestido colorido à base de paetês. Meias arrastão com salto bem alto, fez com eu seu tamanho ultrapassasse os meus 1.75 m.
Corpo magro e estruturalmente modelado, eu estaria com a Barbie ou Suzie? A conversa foi boa, mas não tão longa para desviar a atenção do meu faro que sentia desejo em borrar toda maquiagem com os meus beijos.
Num quarto de hotel mais surpresas, corpo, boca, língua e suor. Tudo regado a muita maquiagem e fios de cabelo sintético.
God save the queens! Because they have the power! It´s true.
sábado, 16 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Um teaser chamado Lady Gaga

Na tradução teríamos “aquele que provoca”, na Publicidade o Teaser é uma ferramenta de marketing utilizada para impactar o público alvo para uma grande campanha de publicidade.
Em pouco mais de um ano de carreira Lady Gaga é um perfeito teaser, um expoente feminino recheado de polêmicas, figurinos extravagantes, imagens provocantes, e situações de surrealistas, dá sempre aquela sensação que algo mais chocante está por vir.
Ela mostra ser inteligente o suficiente, e levou com seriedade as lições dos Phds Kotler e Madonna em conduzir ao máximo a sua freqüência na mínima, e preservar ao máximo o seu lado humano, real.
Lady Gaga é um mito pós-contemporâneo ! A cada aparição em público sai uma atriz com texto pronto e figurino intacto, acompanhado de maquiagens bizarras, numa sincronia perfeita de expressões faciais e corporais.
Seu rosto é fotogênico: fértil para criação de imagem, cor, luz e sombra. Seu corpo se adapta facilmente às inusitadas criações. A voz mistura tons suaves, com retoque de entonações gospel. Há mix e remix melodias impactantes, já dá um grande trabalho aos Djs pois suas músicas já nasceram remixes! Letras ? bem Gaga não é exatamente uma artista poética.
A fêmea-macha sabe trabalhar perfeitamente o lado paradoxal das referências sexuais. Há momentos que ela aparece docilmente fêmea. E outras vezes, masculinamente macha. Assumiu sua bissexualidade na carona com diversas e outras famosas. E com tanta produção em andamento difícil é acreditar que ela tenha tempo para praticar sexo.
Política ao extremo! Soube cativar Queen Elizabeth e nunca trocou farpas em público, nem com famosos, nem com instituições religiosas. Seria um receio do tal fracasso O´Connor?
Invocar a força gay (EUA = gays e lésbicas) , sem dúvida nenhuma é estratégia de mercado. Afinal quem são os consumidores de entreterimento, moda, música e estilo?
A garota mais pós-humana do mundo pop está aí!
Em seu infindável teaser existencial.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Tudo sobre ontem à noite!
Por mais que você leia e estude a respeito da conduta humana é imprescindível que você tenha outras formas de coleta de material do próprio convívio humano, como na experiência prática.
A princípio fiquei bastante desconfortável em pensar em regras, programações, cardápio, convívio coletivo, etc. Pois eu me adaptei a controlar os meus anseios e atender minhas demandas da minha forma, do meu jeito. Criei uma espécie de pára-choque para segurar qualquer tipo de abalroamento.
Se autoliderar é algo que precisa de muito treino, paciência e maturação. E quando eu achei que já estivesse PHD, vi que existem outras circunstâncias ao qual é preciso também saber ser liderado, o que nada mais é que aprender a não contestar, pois isto faz parte.
Os últimos dias produziram uma riqueza enorme de materiais latentes que mereceram ser pensados e refletidos com respeito, objetividade e auto-reflexão. Não me refiro a uma circunstância fenomenal de aprendizado, mas sim de alguns retoques que podem fazer alguma diferença. Penso alto: quem não gostaria de ser uma pessoa melhor?
O convívio coletivo nos oferece a oportunidade de poder pensar na condição humana e nas suas respectivas interações que tange os planos: financeiro, social, religioso, moral, sexual, cultural e claro experimental.
Uma das coisas mais importantes que eu gostaria de registrar é que eu não tenho vocação nenhuma para ser professor ou expert em relações, como já sopraram ao meu ouvido. Desta vez acredito ter sido apenas um ouvinte, expectador e apreciador.
Meu líder saiu de férias! Agora preciso de dias para deixar um pouco do analista...
A princípio fiquei bastante desconfortável em pensar em regras, programações, cardápio, convívio coletivo, etc. Pois eu me adaptei a controlar os meus anseios e atender minhas demandas da minha forma, do meu jeito. Criei uma espécie de pára-choque para segurar qualquer tipo de abalroamento.
Se autoliderar é algo que precisa de muito treino, paciência e maturação. E quando eu achei que já estivesse PHD, vi que existem outras circunstâncias ao qual é preciso também saber ser liderado, o que nada mais é que aprender a não contestar, pois isto faz parte.
Os últimos dias produziram uma riqueza enorme de materiais latentes que mereceram ser pensados e refletidos com respeito, objetividade e auto-reflexão. Não me refiro a uma circunstância fenomenal de aprendizado, mas sim de alguns retoques que podem fazer alguma diferença. Penso alto: quem não gostaria de ser uma pessoa melhor?
O convívio coletivo nos oferece a oportunidade de poder pensar na condição humana e nas suas respectivas interações que tange os planos: financeiro, social, religioso, moral, sexual, cultural e claro experimental.
Uma das coisas mais importantes que eu gostaria de registrar é que eu não tenho vocação nenhuma para ser professor ou expert em relações, como já sopraram ao meu ouvido. Desta vez acredito ter sido apenas um ouvinte, expectador e apreciador.
Meu líder saiu de férias! Agora preciso de dias para deixar um pouco do analista...
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